SERVIÇOS
Especializada na produção de leite, na criação de ovinos da raça Santa Inês, na produção de grãos de soja e milho.
RESPONSABILIDADE
Com responsabilidade ambiental, social e desenvolvimentista, gera empregos, renda, impostos e produz alimentos saudáveis.
VISÃO
Possui uma visão futurística de autosustentabilidade energética, com gerenciamento técnico-admistrativo-econômico–financeiro e diversificação das atividades, por isso seu slogam é “Agregando valor”.

Estadios de desenvolvimento da soja

 Vegetativo
VE Cotilédones acima da superfície do solo
VC Cotilédones completamente abertos
V1 Folhas unifolioladas completamente desenvolvidas1
V2 Primeira folha trifoliolada completamente desenvolvida
V3 Segunda folha trifoliolada completamente desenvolvida
Vn Enésima folha trifoliolada completamente desenvolvida

Reprodutivo
R1 Início do florescimento - Uma flor aberta em qualquer nó do caule
R2 Florescimento pleno - Uma flor aberta em um dos 2 últimos nós do caule com folha completamente desenvolvida
R3 Início da formação da vagem - Vagem com 5 mm de comprimento em um dos 4 últimos nós do caule com folha completamente desenvolvida
R4 Vagem completamente desenvolvida - Vagem com 2 cm de comprimento em um dos últimos nós do caule com folha completamente desenvolvida
R5 Início do enchimento do grão - Grão com 3 mm de comprimento em vagem em um dos últimos nós do caule, com folha completamente desenvolvida

Subdivisões do estádio R5*
R5.1 - grãos perceptíveis ao tato (o equivalente a 10% da granação);
R5.2 – 11% a 25% da granação;
R5.3 – 26% a 50% da granação;
R5.4 – 51% a 75% da granação;
R5.5 – 76% a 100% da granação.

R6 Grão cheio ou completo - vagem contendo grãos verdes preenchendo as cavidades da vagem de um dos últimos nós do caule, com folha completamente desenvolvida
R7 Início da maturação - Uma vagem normal no caule com coloração de madura
R8 Maturação plena - 95% das vagens com coloração de madura

 

A SINDICALIZAÇÃO DOS BOVINOS

 A maior parte das tabelas de alimentação bovina admitem que um bovino come 2,5 % de seu peso vivo de matéria seca (MS).

Estudos do professor Johnstone-Wallace mediu a quantidade de pasto colhida pelos bovinos, usando a gaiola isolante.

Nos três primeiros dias colheram 68 kg de pasto fresco, aproximadamente 14,5 kg de MS.

Nos três dias seguintes os bovinos, sobre o pasto já pastejado, colheram 41 kg de pasto fresco, aproximadamente 9 kg de MS.

Nos últimos três dias de pastejo, nesta mesma pastagem já bastante rapada, as vacas colheram somente 20 kg de pasto verde, aproximadamente 4,5 kg de MS.

Mas um dos fatos mais notáveis que apareceu durante esta experiência é o seguinte: Nenhum aumento de superfície da pastagem pastejada provocou qualquer crescimento na quantidade de pasto colhido pela vaca, mesmo tratando-se de pastagem de baixa qualidade em que a quantidade de MS colhida era muito fraca (4 a 7 kg).

VACAS CANHOTAS OU DESTRAS ?

O comportamento de lateralidade é comumente observado em vacas leiteiras. O gado expressa a lateralidade naturalmente ao escolher de que lado se deitar ou de que lado da sala de ordenha entrar. Com o passar dos anos, percebemos que essa preferência por um lado sobre o outro reflete realmente a especialização cerebral dos hemisférios esquerdo e direito. Por exemplo, o hemisfério direito do cérebro lida com medo e ansiedade (ou seja, emoções negativas); o hemisfério esquerdo processa emoções positivas e memórias de longo prazo.

Devido a essa relação entre a lateralidade e as funções muito diferentes dos hemisférios direito e esquerdo do cérebro, os behavioristas* acreditam que a expressão de uma preferência lateral está relacionada ao estado emocional da vaca e o que elas percebem como estressante ou até mesmo ameaçador em uma determinada situação.

PLANTA EXÓTICA

 Planta exótica é aquela dada como proveniente de fora da flora original local. Ou seja, uma planta exótica, não é autóctone do ambiente nativo.

Em muitos lugares do mundo as plantas exóticas causam desequilíbrios no ecossistema local e são consideradas como espécies invasoras.
Muitas plantas exóticas foram introduzidas em novos territórios, as vezes como plantas ornamentais, para controle de erosão, forrageira, alimentação humana ou animal, ou exploração florestal.

Se uma espécie exótica se tornará uma invasora raramente poderá ser identificada no início da plantação, assim, muitas plantas não nativas são plantadas durante anos até que repentinamente se naturalizaram e tornam-se espécies invasoras.

Muitas espécies introduzidas requerem contínua intervenção humana para sobreviver no novo ambiente.

Outras podem tornar-se selvagens, mas não competem com as nativas e simplesmente aumentam a biodiversidade da área.

A PRODUTIVIDADE DA PECUÁRIA MODERNA                                            

O problema da alimentação dos animais domésticos tem sido assunto de numerosos trabalhos que se explicam, em parte, pelo progresso de nosso conhecimento sobre nutrição animal. Abundante literatura tem sido, em sua maior parte, consagrada à determinação científica do arroçoamento e, sobretudo, à utilização dos chamados alimentos concentrados, especialmente os de fabricação industrial.

Entretanto, parece que, nos últimos tempos, especialmente em relação aos herbívoros, temos nos dedicado mais, tanto pôr razões econômicas como de manejo, ao acompanhamento de propriedades que alimentam os animais pôr meio de alimentos naturais, livres de qualquer transformação.

As regras gerais de utilização das pastagens são conhecidas desde o século XVIII. Porém faz pouco tempo, aproximadamente quarenta anos, que esta forma de alimentação começou a ser estudada, e ainda necessita de muito estudo.   Talvez um dos pioneiros seja o professor André Voisin que em 1957 já escrevia livro sobre a produtividade dos pastos.

Quando se pergunta o que é pastoreio, define-se como o ato do animal comer o pasto, porém em uma resposta mais realista poderíamos dizer que é o encontro do animal com o pasto.  Ademais, se o pasto é produzido para ser comido pelo animal, precisamos lembrar que este animal exerce uma ação profunda sobre a pastagem.