SERVIÇOS
Especializada na produção de leite, na criação de ovinos da raça Santa Inês, na produção de grãos de soja e milho.
RESPONSABILIDADE
Com responsabilidade ambiental, social e desenvolvimentista, gera empregos, renda, impostos e produz alimentos saudáveis.
VISÃO
Possui uma visão futurística de autosustentabilidade energética, com gerenciamento técnico-admistrativo-econômico–financeiro e diversificação das atividades, por isso seu slogam é “Agregando valor”.

Soja reage em Chicago antes do USDA: contratos avançam entre 6,50 e 6,75 pontos, com novembro cotado a US$ 11,75 por bushel, recuperando parte das perdas da sessão anterior.
Mercado aguarda relatório decisivo: USDA divulga hoje novas projeções de produtividade, produção, estoques e demanda para a safra 2026/27, com potencial para aumentar a volatilidade.
China segue dando suporte: novas compras de soja americana continuam fortalecendo a demanda, com mais 136 mil toneladas adquiridas pela China.
A soja avança antes do USDA, mas o mercado segue cauteloso: os números divulgados hoje podem definir uma nova direção para Chicago e abrir oportunidades também no mercado brasileiro.
SOJA NOVEMBRO 11,72
Dólar R$ 5,14

Soja 🌱🌱
- R$ 147,00 (Cif Rio Grande - 30/09)
- R$ 138,00 (Fob - 30/09)

Milho 🌽🌽
- R$ 68,00 (Cif-Serra)
- R$ 63,00 (Fob)

Trigo 🌾🌾
- PH 78 - R$ 76,00 Fob

SOJA FUTURA 2027 | CIF Rio Grande
R$ 142,30 para 31/05/2027

Conforme 11º Levantamento do USDA de abril de 2026, temos a seguinte situação sobre produção, consumo e estoque mundial de soja, destacando os principais produtores da oleaginosa.

 Na Argentina, a estimativa para a produção de soja foi reduzida em 0,5 milhão de toneladas, para 48,0 milhões de toneladas, refletindo a expectativa de menor produtividade, efeito parcialmente compensado pela ampliação da área plantada.

 Nos Estados Unidos, o consumo de soja foi elevado em 0,1 milhão de toneladas neste mês, em função do aumento do esmagamento, impulsionado pela maior demanda doméstica por farelo de soja.

 Para a Argentina, o USDA reduziu o consumo de soja em 0,3 milhão de toneladas neste levantamento em relação ao mês de fevereiro. O consumo também foi revisado para baixo no Irã, com redução de 0,2 milhão de toneladas, em função do menor volume de esmagamento. Já para a Índia, houve queda de 0,1 milhão de toneladas.

 Para Argentina, Brasil e Estados Unidos, que juntos respondem por aproximadamente 90% dos embarques mundiais da oleaginosa, as estimativas para março permaneceram inalteradas em relação às projeções do mês anterior.

O Departamento de Agricultura dos EUA -USDA- divulgou o quarto levantamento sobre a estimativa da safra mundial de soja em 2017/18.

O órgão destaca uma colheita de 347,4 milhões de toneladas, o que corresponde a um incremento de 2,3 milhões de toneladas entre julho e agosto e queda de 1,2% contra 2016/17.

Esse desempenho em relação à safra anterior é explicado pela expectativa de menor área plantada e produtividade média global.

Espera-se um volume recorde para o consumo e para os estoques no mundo, na ordem de 343,3 milhões de toneladas e 97,8 milhões de toneladas, respectivamente.

O volume global de exportação foi projetado em um recorde de 151,2 milhões de toneladas para o final do período 2017/18.

Em seu 11º levantamento da safra mundial de soja 2017/18, o USDA prevê uma produção de 340,9 milhões de toneladas, resultado 1,7% menor em relação à pesquisa anterior e 10,5 milhões de toneladas abaixo da safra 2016/17. A menor safra esperada para a Argentina foi o principal destaque.

O consumo mundial ficou relativamente estável em relação ao levantamento de fevereiro, projetado em 343,8 milhões de toneladas, o que se confirmado representará um volume recorde. Para os estoques finais, espera-se um recuo de 3,8% ante relatório anterior e 2,3% menor se comparado à safra 2016/17, chegando a 94,4 milhões de toneladas.

Em seu 10º levantamento da safra mundial de soja 2017/18, o USDA prevê uma produção de 346,9 milhões de toneladas, resultado 0,5% menor em relação à pesquisa anterior e 4,4 milhões de toneladas abaixo da safra 2016/17. A menor safra esperada para a Argentina foi o principal destaque.

O consumo mundial foi revisado para baixo entre o nono e o décimo levantamento, projetado em 343,2 milhões de toneladas, mas ainda corresponde a um volume recorde. Para os estoques, espera-se um aumento de 2,1% em comparação à safra 2016/17, chegando a 98,1 milhões de toneladas.